sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Estou desempregado(a) e não tenho dinheiro. E agora?


Caso o subsídio de desemprego não se aplique o urgente torna-se prioritário em relação ao importante e a solução passa por se tentar um ramo equivalente ao que se fazia, seja em empresas locais ou até regionais caso a distância da residência não incida directamente nos gastos extra que se poderá ter. Alguns passos tornarão mais fáceis estratégias benéficas para a pessoa envolvida:

1) Ter um computador (preferencial) ou um smartphone com acesso à internet. Caso seja uma hipótese financeiramente inviável a solução pode passar por pedir um portátil a alguém conhecido que o possa dispensar algum tempo por dia. Hoje em dia existem bastantes zonas com Wi-Fi grátis que podemos utilizar sem gastar dinheiro.

2) Criar uma conta de Email. Para respostas a anúncios online é pedido muitas vezes o registo com conta de e-mail. Além do contacto telefónico quantas mais opções dermos para que entrem em contacto connosco, melhor.

3) Criar um CV (Curriculum Vitae), imprimir umas quantas cópias e tê-lo armazenado no computador para respostas online. Algumas vezes ouvimos "Entraremos em contacto brevemente" que não se tornam reais mas quanto mais semearmos, física e informaticamente, mais oportunidades teremos criadas para que surja uma simbiose entre um posto de trabalho e nós. Para maior facilidade poderá ser consultado o link: http://europass.cedefop.europa.eu/pt/documents/curriculum-vitae

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Encontro-me com subsídio de desemprego e procuro trabalho. Que passos a tomar?


Caso tenhamos alguma riqueza financeira (por pagamento de direitos aquando o despedimento) ou estejamos a receber algum tipo de subsídio mensal estamos ainda longe do fim do mundo. Embora não seja a altura ideal para imaginar grandes vidas podemos, com calma, analisar todas as hipóteses que temos em cima da mesa e, assim, escolher o melhor tendo um mínimo de hipótese de arrependimento futuro:

1) Agarrar numa folha de papel e traçar um risco a meio, de cima a baixo. De um lado escrevemos no que realmente somos bons. O que sabemos fazer, onde nos sentimos à vontade, as áreas que dominamos seja em lazer ou até com ritmo profissional. Do outro lado escrevemos o que o mercado nos tem para oferecer. Poderemos analisar as áreas em crescimento no país, as empresas da zona que mais cresceram e mais estabilidade têm ou até procurando perto da área de residência quais os projectos onde nos poderíamos ver envolvidos profissionalmente.

2) Trabalhar por conta de outrém. É o método mais fácil e sem chatices. Fazemos o nosso trabalho e recebemos ao fim do mês sem outras preocupações. Aqui o envio de currículos um processo bastante fundamental ao sucesso da procura de trabalho.

3) Trabalhar por conta própria. Se for viável poderemos ter o nosso próprio negócio. Agarrando num nicho de mercado podemos ter uma ideia que preencha uma lacuna num tipo de negócio e andar para a frente. Hoje em dias há sites que falam em abrir empresas na hora com capitais de 1000€ e podemos até levantar esse capital (depósito obrigatório) uma hora depois mas o problema é quando tratamos das despesas ao fim do mês seja com os empregados, seja para a subsistência do negócio. Se estivermos a receber do fundo de desemprego poderemos até levantar o valor que teríamos direito até ao final do período em vigor e, apresentando um projecto, andar para a frente com um possível negócio. Esta opção, sendo a que levanta maior risco, convém ser amplamente analisada e com todo o cuidado, aprender o máximo de informação para que não restem dúvidas. Se houver um amigo que tenha criado um negócio, melhor. É esclarecer as dúvidas com ele. Para este valor monetário da Segurança Social é sempre necessário existir viabilização num projecto. Para quem tenha capital próprio pode obter mais informação a partir de uma Incubadora de Empresas.

4) Trabalhar lá fora. Há que saber o país onde se quer trabalhar e o custo de vida associado ao ordenado. Em países com um custo de vida inferior um ordenado de 500€ pode ser bastante bom mas não dá para criar um pé de meia para poder voltar um dia para Portugal com alguma independência financeira. Países que ofereçam uma melhor remuneração e com um custo de vida superior são normalmente apreciados por quem quer trabalhar no estrangeiro alguns anos e voltar para cá com um bom pote monetário, ou então mandando vir dinheiro a familiares que se encontrem em dificuldades por terras lusitanas. O ponto crucial a tirar daqui é compatibilizar o custo com o ordenado para se ter uma real noção de se é benéfico arriscar por este caminho.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Tenho uma entrevista de emprego! Quais os passos a tomar?


Há um cliché criado nas entrevistas de emprego em que numa conversa formal a pessoa do outro lado da mesa nos julga por aquilo que somos e tem uma posição autoritária naquele ambiente o que nos deixa um pouco nervosos. Vários passos a tomar para que o habitat também seja nosso:

1) A roupa também é importante. Não temos de vestir sempre da mesma forma e se formos a uma entrevista para um escritório não convém ir de fato de treino mas se formos a uma entrevista para trabalhar numa quinta também não devemos ir de fato e gravata. Consoante a área escolhida a vestimenta poderá variar mas o importante é estarmos confortáveis connosco próprios.

2) Na apresentação, um aperto de mão firme é meio caminho andado para mostrar a nossa auto-confiança a quem nos poderá empregar. A firmeza neste tipo de cumprimento poderá dizer que somos decididos e não trememos a qualquer obstáculo que apareça. Um aperto de mão mais solto pode mostrar de nós que somos indecididos, temos medo de algo ou até que estamos ali por obrigação e queremos ir embora. Basta que interpretemos isto como na nossa vida social e poderemos aprender a partir daí.

3) "Eu estou aqui porque me queres empregar e tu não estás aí porque eu procuro emprego!" É nisto que temos de pensar no momento para uma boa entrevista. Se não der partimos para outra. O pior passo é inferiorizarmo-nos ao nosso medo e deixarmos que o nosso destino se decida por si.

4) Tirar todas as dúvidas no dia "0". Deixar tudo a limpo de maneira a que não restem esclarecimentos depois de sairmos dali. É fundamental também saber o ordenado mas não deixar que este assunto anteceda os restantes para não darmos um ar de quem está ali apenas pelo dinheiro. Tudo a seu tempo.